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domingo, 29 de maio de 2016
CARTA DA SEMANA - TARÔ DAS BRUXAS - "O SACRIFÍCIO"
O Todo depende que sacrifícios sejam realizados - o universo, para manter-se em equilíbrio, o homem, se dedicando através do amor, fraternidade, caridade e conexão com o Divino.
A vida muitas vezes irá cobrar o seu pedágio, pois temos a obrigação de deixar um mundo melhor de herança para nossos descendentes.
Voce irá transpor um impedimento que há muito tempo o importunava, também pode signigficar um acontecimento inesperado no âmbito amoroso, trazendo paz e sossego.
Importante entender que muitas vezes para organizar precisamos tirar tudo do lugar. Nem sempre o que está invertido é incorreto.
Regida por Netuno esta carta, assim como seu elemento é a água (emoções).
Seus cristais podem ser a pedra do sol, e sugilita e a opala. Suas ervas, arruda, barbatimão e anis estrelado. Cores branco e verde.
Sua representante é a deusa Brighid.
"Eu sou a ponte que te levará onde desejas ir, mas sou também o seu maior obstáculo caso dificulte o caminho do outro."
CARTA DA SEMANA - TARÔ CABALÍSTICO - "DEZ DE ESPADAS"
Este Arcano representa quando você deve desistir de algo, matar uma ideia, projeto, etc. Desapegue e deixe fluir, você não está no fundo do poço, ou irá "se destruir", se prejudicar.
Em seu aspecto de luz representa o desapego. Em seu aspecto de sombra, a destruição. Saiba separar isto.
CARTA DA SEMANA - CARTAS DO CAMINHO SAGRADO - "O CACHIMBO"
"Cachimbo de meus Antepassados,
Ensina-me a cantar em louvor
A todos os presentes
Que o Grande Mistério me traz.
Ensina-me a cantar em louvor
A todos os presentes
Que o Grande Mistério me traz.
Permite-me abraçar
A libertação do espírito,
E transmite ao meu coração
A chama
Da tua paz eterna."
A libertação do espírito,
E transmite ao meu coração
A chama
Da tua paz eterna."
A carta do Cachimbo fala da paz interior que pode ser encontrada através do equilíbrio do Ser. Honre seu animus e anima, ou seja, seu lado masculino e seu lado feminino, reconheça o Divino que existe em você e entenda que a forma que influencia os outros depende deste equilíbrio.
Encontre a paz interior através da prece e da compreensão do seu papel no Todo. É hora de fazer as pazes com os outros e com qualquer conflito interno que possua.
Honre as bençãos concedidas pelo Grande Mistério e ouça-o perguntar como você pode ajudar o mundo. Estas questões serão respondidas quando fizer as pazes com eu Ser interno, o que irá tormar o Caminho Sagrado mais claro e luminoso dentro de você.
RUNA DA SEMANA - THURISAZ
Palavras-chave: Gigante, espinho, força de destruição, força de defesa, força aplicada, regeneração, ação, Mjölnir, direção das polaridades, magia de amor e poder fálico cósmico.
Ela é a força cósmica aplicada na destruição e na defesa, vontade instintiva.
Ligada a força reativa, força direcionada, erotismo vital, catalisador regenerativo. Reações às suas ações podem ser perigosas. Tome cuidado se estiver agindo de um modo muito passivo, ou se agarrando cegamente ao mundo exterior. Esta energia pode proteger e trazer mudanças regenerativas.
Por outro lado, apresenta vulnerabilidade, compulsão, traição e embotamento. Cuidado com inimigos externos.
Runa ligada ao deus Thor.
sexta-feira, 27 de maio de 2016
SEU CORPO REGISTRA ENERGETICAMENTE SUA HISTÓRIA DE VIDA
Mais eficiente que a memória do computador, seu corpo registra tudo que aconteceu com você desde a infância até agora. O psicólogo e teólogo francês Jean-Yves Leloup relaciona símbolos arcaicos com várias partes do corpo e esclarece as causas físicas, emocionais e espirituais das boas sensações e de algumas doenças.
Uma página em branco. É assim o corpo novinho em folha do recém-nascido. Desde o instante do nascimento e a cada fase da vida, a pele, os músculos, os ossos e os gestos registram dados muito precisos que contam nossa história. “O homem é seu próprio livro de estudo, basta ir virando as páginas para encontrar o autor”, diz Jean-Yves Leloup, teólogo, filósofo e terapeuta francês.
É possível escutar o corpo e conhecer sua linguagem, que muitas vezes se expressa por sensações prazerosas, por bloqueios ou pela dor, que nada mais é do que um grito para pedir atenção. “O corpo não mente. As doenças ou o prazer que animam algumas de suas partes têm significados profundos”, revela Leloup.
Ele nos convida a responder algumas questões sobre pés, tornozelos, ventre, genitais, coração, pulmões e muitas outras partes. Elas podem ser nosso guia em uma viagem de autoconhecimento que toca em aspectos físicos, emocionais e espirituais:“Primeiro, podemos notar qual é nosso ponto fraco, o lugar de nosso corpo em que vêm se alojar, regularmente, a doença e o sofrimento. Há a escuta psicológica pela qual podemos prestar atenção no medo ou na atração que vivemos em relação a algumas partes do corpo. E há ainda a escuta espiritual. O espírito está presente em nosso corpo, e certas doenças e algumas crises são manifestações do espírito, que quer trilhar um caminho, que quer crescer, que quer desenvolver-se em membros que lhe resistem”, diz ele. E continua: “Algumas depressões estão ligadas a fatores emocionais, a um rompimento, uma perda, uma falência. Mas há também depressões iniciáticas, em que a vida nos ensina, por meio de uma queda, um acidente, que devemos mudar nosso modo de viver”.
Descubra a seguir quais são os símbolos associados por Jean-Yves Leloup a cada parte do corpo e responda às questões, que facilitam a reflexão e o reconhecimento do que está impresso em você. Boa viagem!
PÉS, AS NOSSAS RAÍZES
“Será que experimentamos prazer em estar sobre a terra? Podemos imaginar o corpo como um árvore. Se a seiva está viva em nós, ela desce às raízes e sobe até os mais altos galhos. É de nosso enraizamento na matéria que depende nossa subida à luz. É da saúde de nossos pés que vem o enraizamento”, explica Leloup.
Ele lembra que em diferentes práticas de ioga há a purificação dos pés, que são mergulhados na água salgada. “Pelos pés podem escorrer nossas fadigas e tensões.”
“A palavra pé, podos, em grego, relaciona-se à palavra paidos, que quer dizer criança. Cuidar dos pés de alguém é cuidar da criança que o habita. Perguntei a um sábio: ‘O que posso fazer para ajudar alguém?’ Ele respondeu: ‘Lembre-se de que essa pessoa foi uma criança, que ainda é uma criança. E que tem dor nos pés.’”
Preste atenção: verifique se seus pés são seu ponto fraco. Como você se apoia sobre eles? Em seguida, toque-os, sentindo ossos, músculos e partes mais ou menos sensíveis. Quais são suas raízes familiares? Quais as expectativas de seus pais em relação a você? Qual seu sentimento em relação a filhos?
TORNOZELOS, A POSSIBILIDADE DE IR EM FRENTE
Termômetro da rigidez ou da flexibilidade com que levamos a vida, os tornozelos têm relação direta com o momento do nascimento. “Por que esse é também um momento de articulação entre a vida dentro e fora do útero. Alguns de nós conheceram dificuldades e viveram até traumas nesse elo que une a vida fetal com o mundo exterior. O corpo guardou essa memória e a expressa na fragilidade dos tornozelos”, diz o filósofo.
Segundo Leloup, os tornozelos simbolizam também o refinamento da vida, as relações íntimas e a articulação do material com o espiritual. As pessoas em que o tornozelo é o ponto fraco têm dificuldade de avançar nos vários aspectos da vida. Dar um passo a mais é ir além de nossos limites e também saber aceitar o que se é, seja isso agradável ou não. “Essa é a condição para ir mais longe”, finaliza ele.
Preste atenção: você costuma ter dor nos tornozelos? Essa região é rígida ou flexível? Sofreu entorses? Em que momentos de sua vida eles ocorreram? É difícil avançar em direção ao que você quer? Qual é o passo que você precisa dar e o passo ao qual resiste?
JOELHOS, O APOIO PARA DAR E RECEBER COLO
A flexibilidade é uma das qualidades importantes para que os joelhos sejam saudáveis. “Quando eles são rígidos, é provável que surjam problemas na coluna vertebral e nos rins”, lembra Leloup, que nos revela o significado mais profundo dessa parte do corpo. “Em algumas línguas, estranhamente há uma ligação entre a palavra filho e a palavra joelho. Em francês, por exemplo, genou, joelho, tem a mesma raiz da palavra générer, gerar. Em hebraico, joelho é berekh, e também bar e bèn, que significa filho. Assim, ser filho, ser filha é estar no colo, envolvido por esse gesto, que é o elo entre os joelhos e o peito. Temos necessidade de dar e receber essa confirmação afetiva. E manter alguém no colo, sobre os joelhos serve para manter o coração aberto”, finaliza.
Preste atenção: observe como são seus joelhos. Eles são flexíveis, rígidos, doloridos? É bom tocá-los ou não? Quem o pegou no colo quando você era criança? Esse gesto de intimidade é familiar para você? Qual a sensação? E você, para quem dá colo (seja fisicamente, seja como símbolo de acolhimento)?
GENITAIS, A ENERGIA DE VIDA
O teólogo Jean-Yves Leloup fala dos tipos de amor e prazer, dos traumas e das sensações vividos na infância que marcam para sempre nossa sexualidade. Ele ressalta que o encontro de dois corpos pode ser mais que físico. “A representação mais primitiva de Deus foi encontrada na Índia e são o lingan e a ioni, o símbolo fálico masculino e o genital feminino. Assim a representação do sexo foi a primeira feita pelo homem para evocar Deus – porque o sexo é onde se transmite a vida. Dessa maneira, passa a ser o local da aliança, algo de muito sagrado”, considera Jean-Yves Leloup. “Portanto, a sexualidade não é somente libido. Essa libido pode tornar-se paixão, passar através do coração e transformar-se em compaixão. É sempre a mesma energia vital, que muda e se transforma de acordo com o nível de consciência no qual nos encontramos.”
Preste atenção: quais são suas dores ou doenças relacionadas aos órgãos genitais? Você sofre desses males? Qual a sensação diante dos seus genitais (vergonha, repulsa, prazer)? Qual sua postura em relação à sexualidade (à sua própria e ao sexo no contexto cultural)?
VENTRE, O CENTRO PROCESSADOR DE EMOÇÕES
Estômago, intestinos, fígado, vesícula biliar, baço, pâncreas, rins são os órgãos vitais abrigados em nosso ventre. Eles são responsáveis pela transformação do alimento em energia, pela absorção de nutrientes e pela eliminação de toxinas.
Emoções como raiva, medo, prazer e alegria acertam em cheio essa região e também precisam ser digeridas. Leloup aponta que “o perdão tem uma virtude curativa porque podemos tomar toda espécie de medicamento, sermos acompanhados psicologicamente, mas há, por vezes, rancores que atulham nosso ventre, nosso estômago, nosso fígado”. Ele destaca que todas as partes do corpo lembram a importância de respeitar o tempo de digestão e assimilação de tudo que nos acontece de ruim e também de bom.
Preste atenção: como é sua digestão? Quando você tem uma forte emoção, sente frio na barriga ou alguma reação na região? Quais foram os fatos difíceis de ser digeridos em sua vida? O que há por perdoar?
CORAÇÃO E PULMÕES, O PULSO VITAL
Esses dois órgãos estão intimamente ligados a nossa respiração. “O coração é um dos símbolos do centro vital, ele é o centro da relação. E é importante observar como nossa vida afetiva influencia nossa respiração. Às vezes, nos sentimos sufocar porque não correspondemos à imagem que os outros têm de nós, e isso também impede que o coração bata tranquilamente. Para alguns, querer ser normal a qualquer preço, querer agir como todo mundo, pode ser fonte de doenças”, assinala o psicólogo Jean-Yves Leloup.
Agir de acordo com suas vontades mais genuínas e aceitar o que se é, mesmo que isso não combine com o grupo, pode ser uma das formas de se libertar e sair do sufoco.
Preste atenção: você já teve períodos prolongados de angústia ou tristeza? O que liberta sua respiração e o que o sufoca? Você se preocupa muito com a imagem que as pessoas têm de você? Já parou para ouvir as batidas de seu coração e o das pessoas a quem você ama? O que deixou seu coração partido? O que o fez bater feliz?
FONTE: O Segredo
quinta-feira, 26 de maio de 2016
A REALIDADE É UM HOLOGRAMA: UM FENÔMENO INEXPLICÁVEL ?
Nós crescemos pensando e acreditando que o mundo e a realidade em que existimos é algo tangível e físico e é como ele é percebido.
No entanto, não só este processo de pensamento demonstra ser um engano pelas várias percepções de fenômenos difíceis de explicar, como também percebemos que é completamente subjetivo e não reflete uma realidade verdadeira, se é que tal realidade existe.
Com os avanços significativos do conhecimento e informação alcançados pela raça humana na atualidade, mudanças radicais na forma como a realidade é percebida estão sendo reformuladas.
Onde o Universo já foi visto como um espaço vazio com matéria espalhadas agora está sendo visto como uma projeção holográfica decorrente de alguma realidade primária invisível aos nossos instrumentos biológicos e tecnológicos atuais.
A evidência da realidade holográfica está se tornando cada vez mais abundante, demais para ser desconsiderada.
O que dá mais credibilidade a este fato é que aqueles que experimentaram estados mais elevados de consciência e escalas da realidade através da meditação, projeção astral, ou com o uso de enteógenos tem anunciado reflexões muito holográficas e aforismos.
Para dar apenas um exemplo, foi feita uma pesquisa em 1982 na Universidade de Paris, onde descobriram que sob certas circunstâncias partículas subatômicas, como os elétrons são capazes de se comunicar instantaneamente uma com a outra ao qual foi entrelaçada, independentemente da distância que os separa. Não importava se eram 3 metros ou 10 bilhões de km de distância.
De alguma forma uma partícula sempre parecia saber o que a outra estava fazendo.
O grande físico David Bohm acredita que estes resultados indicam que a realidade objetiva não existe, que apesar da aparente solidez o Universo está no coração de um holograma fantástico, gigantesco e extremamente detalhado.
Dentro de um holograma, o todo está dentro da parte. Não importa quantas vezes você divide o todo, a parte sempre conterá a totalidade.
Assim como as percepções de consciência mais elevadas mostram que cada parte, aparentemente pequena ou separada é a realidade total e a Fonte da própria realidade que contém esta mesma Fonte e vice-versa.
A dedução sobre as experiências holográficas conclui que autonomia e separação são uma ilusão (maya) e que tudo é UM.
UNIDADE é um conceito encontrado aparentemente em todos os principais sistemas de crenças já manifestadas dentro do reino da consciência humana, só isso já encoraja as recentes descobertas relativas à nossa realidade manifesta. Se este fato é verdade (e bastante evidências demonstram que é), então o próprio Universo é uma projeção, um holograma.
Se a aparente separação de partículas subatômicas é uma ilusão, isto significa que em um nível mais profundo da “realidade” todas as coisas no Universo estão infinitamente interconectadas.
Os elétrons de um átomo de carbono no cérebro humano estão interconectados com as partículas subatômicas que fazem parte de cada salmão que nada, cada coração que bate e cada estrela que brilha no céu. A UNIDADE prevalece sempre.
Em um Universo holográfico, mesmo o tempo e o espaço não podem mais serem vistos como fundamentais. Porque conceitos como localização desaparecem diante de um Universo em que nada está verdadeiramente separado de nada, tempo e espaço tridimensional como as imagens dos peixes nos monitores também devem ser vistos como projeções de ordem mais profunda.
A sua realidade de nível mais profundo é uma espécie de super holograma no qual passado, presente e futuro existem simultaneamente.
O Universo tridimensional em que vivemos é um holograma criado a partir de uma realidade primária que está fora do espaço e do tempo, é uma cópia de algo “real”, por isso faz sentido, nesse caso porque o nosso verdadeiro EU está em outra realidade.
Nossa consciência é o verdadeiro nós. A consciência é tudo e, portanto, não é nada, já que tudo o que existe é a consciência.
Para continuar a construir a compreensão de uma realidade holográfica, considere o seguinte:
Um Universo holográfico explica todas as experiências paranormais e místicas.
Experiências de quase morte podem ser explicadas no Universo holográfico, em que a morte é somente uma mudança de consciência de um nível de realidade do holograma para outro.
Modelos neurofisiológicos atuais do cérebro são inadequados e apenas o modelo holográfico pode explicar coisas como experiências arquetípicas, encontros com os fenômenos incomuns do inconsciente coletivo e outras percepções experimentadas durante os estados alterados de consciência.
Um modelo holográfico do Universo explica os sonhos lúcidos, onde tais sonhos são visitas a realidades paralelas.
As sincronicidades podem ser explicadas pelo modelo holográfico. Os nossos processos de pensamentos estão muito mais intimamente ligados ao mundo físico do que foi pensado anteriormente. Observe também que as sincronicidades tendem a atingir um pico pouco antes de uma nova percepção ou intuição.
Telepatia, precognição, sentimentos místicos de UNIDADE com o universo e até mesmo a psicocinese podem ser explicados através do modelo holográfico.
A holografia pode explicar como o nosso cérebro consegue armazenar tanta informação em tão pouco espaço (o nosso cérebro tem capacidade de armazenar 280,000,000,000,000,000,000 bits de informação).
A holografia também pode explicar como somos capazes de lembrar e esquecer, como somos capazes de ter memória associativa, como temos a capacidade de reconhecer coisas familiares, como temos a capacidade de adquirirmos novas competências, como temos a capacidade de construir um mundo “lá fora”, como somos capazes de ter sensações de “membro fantasma” e como somos capazes de ter memória fotográfica.
O cérebro em si é, portanto, uma projeção holográfica criada a partir de uma realidade primária fora do espaço e do tempo.
Todas as realidades relativas são criadas pela consciência existente em relação a si mesma.
“Nós somos essa consciência. Nós somos a consciência existente em relação a nós mesmos e interagimos com nós mesmos”.
Não há mais nada. Nenhuma das coisas que percebemos como separadas tem uma existência independente, todas são na realidade extensões relacionadas a unidade subjacente da consciência. A realidade física é um produto da consciência.
A consciência não é um produto da realidade física.
A realidade física não interage consigo mesma de alguma forma desconhecida para fazer a consciência passar à existir. A consciência no processo de auto relação repetida e progressiva torna-se a experiência da consciência e assim, cria a realidade física.
Existem percepções referentes à natureza do Universo ser uma projeção holográfica, através da experiência de iluminação. Uma vez que a iluminação é experimentada, pode-se compreender exatamente como o Universo holográfico opera e é de fato, muito real.
Estamos chegando a uma compreensão de que somos seres multidimensionais e existimos simultaneamente em muitos níveis da realidade quântica.
Não há razão para ficar chateado, irritado, estressado, etc, sobre os fatos que acontecem na realidade física, ela é a menor dimensão da nossa consciência, porque tudo isto é insignificante no grande esquema das coisas.
Concentrar-se nos detalhes da realidade pode desviar a si mesmo de descobrir e perceber a razão pela qual você existe neste momento nesta “realidade”. É por isso que um dos passos para se tornar iluminado é substituir o medo e a raiva pela admiração, gratidão e curiosidade.
Você já experimentou uma mudança na percepção sobre a “realidade” ? No mínimo, esperamos que você agora seja capaz de expandir sua mente para reinos anteriormente não visitados. A realidade é um lugar misterioso e excitante.
Vamos todos ser exploradores desta experiência de vida encantadora.
Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível
FONTE: Portal Arco-Íris
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