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domingo, 22 de junho de 2014
HOMENS E MULHERES ENXERGAM CORES DIFERENTES
HOMENS E MULHERES ENXERGAM CORES DIFERENTES:
Sabe aquela história de que homens misturam meias pretas com meias azuis marinhas e essa diferença fica gritando aos olhos de qualquer mulher? Isso na verdade não é implicância nossa. Ou pelo menos não é só implicância. Homens e mulheres realmente enxergam as cores de um jeito diferente.
O gene para identificar a cor vermelha, por exemplo, só é transportado pelo cromossomo X, o que coloca os homens em uma séria desvantagem para ver o espectro de cores. Afinal, as cores são definidas pela nossa capacidade de perceber o vermelho, verde e azul, e qualquer outra cor que vemos é baseado em combinações entre essas três.
Isso significa que, enquanto os homens, com apenas um cromossomo X, podem não ser capazes de ver o vermelho em tudo, as mulheres e sua dupla de cromossomos X têm uma chance 40% maior de que a sua visão inclua uma extensão mais ampla do espectro de cores – fazendo com que a gente identifique mais tons.
Por que essa superpotência colorida existe? A resposta foi encontrada na comida, mais uma vez. Enquanto os homens primitivos estavam mais preocupados em caçar o jantar – e por conta disso até hoje têm uma percepção espacial mais desenvolvida que a das mulheres -, as mulheres primitivas estavam ocupadas colhendo frutas e legumes. Sendo assim, ter a capacidade de distinguir entre bagas vermelhas brilhantes saudáveis e venenosas era uma questão de vida ou morte. Que, graças a nossa querida evolução, pendeu pro lado da vida.
ENTENDA O QUE A MISTURA DE REMÉDIOS PODE CAUSAR
ENTENDA O QUE A MISTURA DE REMÉDIOS PODE CAUSAR:
Atenção. Uma simples ida à farmácia para comprar remédios que prometem acabar com aquela ‘dorzinha’ chata pode provocar uma séria intoxicação e até levar à morte. Saiba como evitar as misturas erradas entre os fármacos mais comuns para proteger a sua saúde.
Anti-inflamatórios e aspirinas
O uso prolongado dos anti-inflamatórios não-hormonais provoca sangramentos intestinais, úlceras e gastrite. Com a combinação de antidepressivo, é liberada serotonina (neurotransmissor que provoca a sensação de bem-estar e sua falta pode levar a pessoa à depressão, por exemplo) e há aumento na chance do sangramento gastrointestinal. “Dipirona e aspirina podem provocar a diminuição de glóbulos vermelhos, plaquetas e glóbulos brancos”, alerta Monteiro da Silva. De acordo com o médico, o uso de aspirina uma vez ou outra não causa danos à saúde, mas o consumo contínuo pode mascarar uma doença grave e postergar o diagnóstico.
Antibióticos, antiácidos e anticoncepcionais
A ingestão de antibióticos também requer cautela. “Para os processos virais não são usados antibióticos. Não pense que qualquer febre já é um sinal de infecção. Além dos efeitos colaterais, o organismo cria resistência aos remédios e as infecções ficam mais fortes”, avisa Monteiro da Silva. Até antiácidos que contêm alumínio, magnésio e cálcio, quando associados a antibióticos (tetraciclinas) têm seus efeitos reduzidos. Antibióticos ou antifúngicos de via oral associados a remédios para colesterol no sangue eleva o risco de danos nos rins. “Uma dica é repetir o uso do mesmo antibiótico apenas com indicação do médico”, diz o especialista. Os antibióticos influem até no funcionamento dos anticoncepcionais orais porque aceleram o metabolismo hepático, reduzindo as concentrações hormonais, e levam à perda de eficácia das pílulas.
Anti-inflamatório, antidepressivos e coração
Os anti-inflamatórios atuam sobre os rins e diminuem a quantidade de líquido no organismo. “A retenção de líquido e sal no organismo pode ser fatal para quem sofre do coração. Gera o aumento da pressão arterial”, adverte Monteiro da Silva. A mesma situação se dá com quem tem problemas cardíacos e usam antidepressivos. Em caso de gripe, o toxicologista Grassi alerta para o consumo de uma possível superdosagem. “Ingerir um antigripal e um analgésico pode causar problemas porque ambos contêm paracetamol. Assim, há risco de superdosagem e intoxicação”, avalia. Na gripe, o médico recomenda: “Calmantes e remédios para dormir misturados com antigripais e antialérgicos têm os efeitos dos depressores potencializados”.
Gotinhas perigosas
Atenção na hora de misturar colírios com os desentupidores nasais. “Ambos possuem o princípio ativo (nafazolina) e agem como vasoconstritores para diminuir a vermelhidão dos olhos e combater a obstrução nasal. Em crianças isso pode ser fatal”, aponta o toxicologista Grassi. A medicação age no sistema circulatório, contraindo as veias e obrigando o coração a bater mais rápido para bombear o sangue a outras partes do corpo, fazendo com que os vasos vermelhos desapareçam. Por isso, nunca se deve usar nenhum desses remédios sem antes consultar um médico. Em levantamento no Hospital das Clínicas de São Paulo, 40% dos pacientes com problemas nos olhos usaram fórmulas caseiras antes de procurar o médico – água com sal ou açúcar, flores e até leite materno. O uso indiscriminado dos descongestionantes nasais causaria taquicardia e hipertensão arterial, além de desenvolver doenças cardíacas ou rinite medicamentosa. Pessoas com hipertensão severa, retenção urinária, pacientes que usam antidepressivos ou têm glaucoma devem evitar o uso. Combinar remédio para enjoo e descongestionante nasal pode elevar a frequência cardíaca e gerar parada.
Corticóides
Os corticóides controlam a alergia ao inibir a ação do sistema imunológico do paciente. “Por isso alguns medicamentos exigem prescrição médica, mas outros antialérgicos, não”, afirma Grassi. O uso indiscriminado de corticóides pode gerar a síndrome de Cushing, cujas características são o rosto arredondado, tendência à obesidade e retenção de líquidos. O indivíduo também está propício a desenvolver hipertensão, fraqueza, de- pressão, acne, excesso e crescimento de pelos. E infecções por fungo ou bactérias agravam se com a superingestão de corticóide porque eles inibem as defesas do organismo.
Glaucoma
“Colírios antibióticos desequilibram a flora normal da superfície ocular, predispondo ao aparecimento de infecções graves com microrganismos resistentes. O uso de corticosteroides pode desencadear catarata e glaucoma. Os colírios anestésicos lesam a córnea, desencadeando úlceras e inflamações”, alerta Denise de Freitas, médica do departamento de Oftalmologia da Unifesp. Pingar soluções caseiras como água com sal ou açúcar, segundo a médica, agrava o quadro, não somente por adiar o tratamento correto, mas porque transmite uma infecção ou gera queimadura nos olhos. “Um paciente que pingava limão nos olhos contra conjuntivite precisou de transplante de córnea. Vários outros chegam ao meu consultório praticamente cegos, por uso inadvertido de colírios”.
CIENTISTAS TENTAM CONTROLAR CÉLULAS DO CÉREBRO PELA LUZ
CIENTISTAS TENTAM CONTROLAR CÉLULAS DO CÉREBRO PELA LUZ
A optogenética é uma técnica que permite aos cientistas ligar e desligar as células do cérebro com uma combinação de manipulação genética e pulsos luminosos, numa atividade que vai além da observação. As ferramentas da optogenética estão permitindo aos cientistas encontrar e controlar neurônios que, por exemplo, regulam um tipo de agressão em moscas-das-frutas. A esperança é que essa ferramenta revele mecanismos do funcionamento cerebral do inseto que tenham equivalentes no cérebro humano.
Há um ano, o presidente Barack Obama anunciou investimentos em uma pesquisa de mapeamento da atividade cerebral, com recursos de US$ 100 milhões no primeiro ano. A quantia é pequena se comparada aos US$ 4,5 bilhões que os Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) gastam anualmente em neurociência, mas ajudará a promover a investigação sobre o cérebro e o mapeamento de seus caminhos, a começar por criaturas pequenas, como as moscas.
Cori Bargmann, da Universidade Rockefeller, em Nova York, é o responsável por definir as prioridades do NIH em sua participação nessa iniciativa de estudo do cérebro. Para ela, a optogenética é um grande exemplo de como a tecnologia pode fomentar o progresso científico. "A optogenética é a coisa mais revolucionária que aconteceu na neurociência nas últimas duas décadas", disse.
No cerne de toda a optogenética estão as proteínas chamadas opsinas. Elas são encontradas nos olhos de seres humanos, em micróbios e em outros organismos. Quando a luz incide numa opsina, ela absorve um fóton e se altera.
No começo dos anos 2000, uma melhora na engenharia de vírus permitiu que os genes de opsinas fossem encaixados em células nervosas sem causar danos.
Em 2005, Karl Deisseroth, Edward Boyden, Feng Zhang, Ernst Bamberg e Georg Nagel publicaram um estudo mostrando que uma opsina chamada canalrodopsina 2 poderia ser usada para acionar neurônios de mamíferos com luz azul. Foi um avanço, mas já havia antecedentes. Em 2002, Gero Miesenböck, atualmente em Oxford, e Boris Zemelman, atualmente na Universidade do Texas, provaram que a optogenética poderia funcionar. O sucesso da descoberta foi demonstrado usando opsinas da mosca-das-frutas para acionar neurônios de camundongos cultivados em laboratório.
Ehud Isacoff, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, analisou o desenvolvimento da optogenética recentemente, após a entrega do Prêmio Europeu do Cérebro de 2013 para seis pessoas, incluindo Deisseroth e Boyden, por seus trabalhos em optogenética.
O grupo de Deisseroth, disse Isacoff, concentrou-se nas opsinas microbianas, baseando-se nos estudos dos cientistas Bamberg, Nagel e Peter Hegemann, da Universidade Humboldt, em Berlim. Eles descobriram como introduzir uma dessas opsinas de forma segura nos neurônios de mamíferos, para que esses neurônios respondessem com força à luz.
Logo depois, o laboratório de Stefan Herlitze, da Universidade do Ruhr-Bochum, na Alemanha, divulgou um resultado semelhante. Deisseroth destacou, no entanto, que aquela pesquisa envolvia apenas células em cultura. Ainda havia muitas perguntas. "Como introduzir a luz no fundo do cérebro? Como mirar nesses genes? Isso irá controlar o comportamento? Será capaz de ativar e desativar comportamentos?"
Os pesquisadores agora estão desenvolvendo técnicas que, escreveu Isacoff, foram usadas para estudar ondas cerebrais, memória, fome, dependência, agressão, namoro, modalidades sensoriais e comportamento motor.
Em 2013, ao mesmo tempo em que prosseguia com o desenvolvimento de técnicas da optogenética, o laboratório Deisseroth produziu outra técnica. Ele e Kwanghun Chung deixaram os cérebros de camundongos totalmente transparentes, com um método chamado Clarity. Cérebros de camundongos foram embebidos em um hidrogel, substância bastante conhecida dos químicos, mas nunca antes usada na neurociência. O método deixa o tecido cerebral transparente, mas ainda disponível para testes bioquímicos.
O objetivo de Deisseroth continua sendo o de encontrar uma maneira de ajudar as pessoas com doença mental severa ou anomalias do cérebro. Recentemente, ele propôs formas para que a optogenética, o Clarity e outras técnicas possam ser usadas com esse fim.
A optogenética é uma ferramenta crucial na compreensão de funções. O Clarity, por outro lado, é uma ajuda para o mapeamento básico da estrutura, o que, segundo ele, é tão importante de entender quanto a atividade. "Já apliquei a eletroconvulsoterapia - eu sei que podemos aplicar essa terapia e causar convulsão generalizada [em que toda a atividade cerebral é perturbada]", diz ele.
"Em poucos minutos, a pessoa volta por completo. Volta de onde? Da estrutura", disse.
ÁGUA SOLARIZADA
ÁGUA SOLARIZADA:
É um método simples de energização solar que pode lhe ajudar a amenizar a depressão e o desânimo, além de afastar as ideias fixas e ter mais coragem, calma e equilíbrio. A luz do sol costuma ter um efeito purificador, renovador e revitalizante. Quando bebemos uma água que foi exposta aos raios solares, permitimos que esses benefícios fluam para diferentes partes do nosso corpo, renovando e revitalizando o organismo.
A água solarizada também permite que os chacras (sete principais centros de energia distribuídos ao longo de nossa coluna vertebral) absorvam a energia dos raios solares e enviem suas propriedades benéficas por todos os sistemas do corpo.
Para preparar a água solarizada é só colocar água (preferencialmente mineral) em uma garrafa de vidro transparente e depois envolvê-la com papel colorido, como o celofane, na cor desejada ou pintar comprar uma garrafa na cor desejada com tinta para vitral colorida. As garrafas utilizadas devem ser sempre de vidro, nunca de plástico, pois o plástico libera diversas substâncias nocivas quando exposto ao calor. Tampe a garrafa e coloque-a ao sol. Deixe-a por um período mínimo de uma hora (sol forte), durante metade do dia (sol fraco) ou o dia todo (em dia chuvoso). O melhor horário para preparar a água é pela manhã, de 8h às 10h, principalmente no inverno. No verão, o sol da tarde, após às 15h, também é aconselhável.
A luz solar, filtrada pelo vidro, energiza a água, que por sua vez adquire as propriedades da cor selecionada. A água é condutora de energias, inclusive da energia elétrica. Devido a esta capacidade de atrair e reter em si qualquer tipo de energia, tanto positiva como negativa, podemos considerar o elemento aquoso como um acumulador energético. Mas é importante lembrar que a água solarizada não pode ser fervida e nem congelada, pois as partículas tornam-se neutras, perdendo o seu efeito.
A quantidade de consumo e a cor necessária serão avaliadas pelo terapeuta cromoterápico, pois, assim como a falta, o excesso de uma cor pode causar desequilíbrios diversos, que vão desde a insônia até pressão alta e problemas mais sérios.
As cores mais utilizadas são:
Vermelho - é estimulante, afasta a depressão e tira o desânimo. É a cor das conquistas, das paixões e da sexualidade.
Amarelo - é ativadora e dinâmica, age sobre os processos mentais. O amarelo afasta as ideias fixas e aumenta a capacidade de raciocínio. É a cor da inteligência, do estudo e da criatividade.
Laranja - é restauradora e regeneradora, traz recuperação depois de um processo destrutivo e oferece a capacidade de refazer o que não está certo. É a cor da coragem, de enfrentar desafios e trazer autoconfiança e autoestima.
Verde - é calmante e equilibradora. O verde melhora qualquer estado físico negativo e energiza o corpo e a alma.
Azul - traz equilíbrio, paciência, harmonia e serenidade, tranquilizando o corpo e a mente. Ajuda nos casos de insônia e estresse.
Índigo - trabalha o equilíbrio energético, a intuição, a proteção, a limpeza e a purificação de ambientes.
Violeta - é profundamente espiritual, mística e religiosa. O violeta atua sobre quem está espiritualmente desequilibrado, descrente e sem conexão com as forças divinas.
Rosa - trabalha afetividade, amor, harmonia e união, além de ajudar no equilíbrio dos relacionamentos pessoais e profissionais.
Depois de pronta, o tempo de validade da água pode variar, dependendo da cor com a qual tiver sido solarizada.
- Cores quentes, como o vermelho, o laranja e o amarelo duram no máximo dois dias em temperatura ambiente.
- Cores frias, como azul, índigo e violeta: em temperatura ambiente, a validade é de três a quatro dias.
- Verde e rosa: a validade da água é de uma semana, seja em temperatura ambiente ou na geladeira.
Recomendo sempre aos meus clientes fazer em pequenas quantidades e trocar de dois em dois dias, pra maior eficácia no tratamento.
CROMOTERAPIA NA GRAVIDEZ
CROMOTERAPIA NA GRAVIDEZ:
Existem três fases distintas na gestação, e o terapeuta deve estar consciente quanto às necessidades de cada uma destas fases.
A 1a fase vai do 1o ao 3o mês, e é quando o organismo da mãe se ajusta à gravidez, com aumento da atividade do sistema nervoso, do aparelho digestivo e metabolismo, além da fase emocional de aceitação da vinda do bebê.
A 2a fase compreende entre o 4o e o 6o mês, consolidando a 1a fase, inclusive a parte óssea do feto.
A 3a fase, os três últimos meses, é onde é feita toda a preparação e cuidados para a chegada do bebê.
Cada período possui suas características específicas e demanda cuidados que irão variar de acordo com as circunstâncias e o tipo de gravidez.
Após o parto o tratamento cromoterápico pode incluir a aceitação do bebê, auxílio no processo metabólico e emagrecimento e pós-parto.
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