terça-feira, 22 de julho de 2014

ANSIEDADE E DEPRESSÃO: QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS?


NOTA: A cromoterapia tem obtido bons resultados como tratamento complementar à depressão, ansiedade e síndrome do pânico.
Ansiedade e depressão costumam ter seus sintomas confundidos. Mas, apesar de serem dois distúrbios emocionais aparentemente parecidos, são bem diferentes um do outro. Hoje, vamos mostrar aqui algumas dessas diferenças. Afinal, é fundamental conhecê-las antes de tirar conclusões precipitadas e iniciar um tratamento – que pode não ser o mais indicado para o seu caso.

Quando é ansiedade?

Já falamos por aqui que experimentar sentimentos de ansiedade é algo perfeitamente normal em vários momentos da vida, por exemplo, às vésperas de falar para um grande público, ou quando estamos esperando um resultado de uma prova importante, e por aí vai. O problema acontece quando essa sensação de nervosismo passa a ser cada vez mais constante, tomando grandes proporções e passando, assim, a controlar nossa vida. Outros sintomas como medo, ataques de pânico em situações que outras pessoas encaram normalmente e o sentimento de ameaça constante também são muito típicos do distúrbio de ansiedade.
De acordo com o presidente norte-americano Franklin Roosevelt, uma pessoa com um transtorno de ansiedade sofre com “o medo em si”. Por uma razão que é pouco conhecida, o mecanismo de luta ou fuga do cérebro é ativado, mesmo quando não existe nenhuma ameaça real. Ser ansioso é sentir como se você estivesse sendo perseguido por um tigre imaginário constantemente. E essa sensação de estar em perigo nunca vai embora.
Outros sinais de que essa emoção está excedendo os limites considerados “normais” aparecem, e deixam o diagnóstico ainda mais claro, quando a pessoa perde a capacidade de comandar suas próprias atitudes, perdendo a vontade de trabalhar, manter relacionamentos ou até mesmo de sair de casa. O que também pode acontecer com uma pessoa considerada depressiva.

Então, quando é depressão?

Digamos que, nesse caso, apesar do destino ser o mesmo, o caminho percorrido até ele pode ser um pouco diferente. As mudanças de humor fazem parte dos sintomas de ambas as condições, com a diferença de que, em uma pessoa depressiva, elas vêm acompanhadas de emoções como tristeza, falta de esperança em relação a tudo e a todos, desespero constante e raiva. Tudo isso vai consumindo o emocional do doente, fazendo com que seus níveis de energia fiquem muito baixos. E o resultado é um quadro muito semelhante ao da ansiedade exagerada: falta de vontade fazer tarefas diárias e perda total do interesse em tudo o que antes sentia prazer em fazer.

É possível ter ansiedade e depressão ao mesmo tempo?
Sim. Aliás, isso é muito comum. Embora ninguém saiba exatamente o porquê, um grande número de pessoas que sofrem de depressão também sofrem de distúrbio de ansiedade. Inclusive, um estudo revelou que 85% das pessoas com depressão também podem ser diagnosticadas com transtorno de ansiedade em algum grau.
Segundo Charles Goodstein, professor de psiquiatria na Escola de Medicina da Universidade de Nova York (EUA), “muitas vezes descobrimos que as pessoas têm mais do que uma condição – depressão e distúrbio de ansiedade”. E ele completa dizendo que, na verdade, “é muito difícil encontrar pacientes que estejam com depressão, que também não tenham ansiedade. E é igualmente difícil encontrar pessoas com ansiedade que não tenham depressão em algum grau”.

O que devo fazer?

Ser ansioso e deprimido ao mesmo tempo é um tremendo desafio. Os médicos têm observado que quando a ansiedade ocorre em conjunto com a depressão, os sintomas de ambos os distúrbios ficam mais graves do que quando acontecem de forma independente. Além disso, os sintomas da depressão levam mais tempo para serem curados, tornando a doença crônica mais e mais resistente ao tratamento.
Também é importante ressaltar um dado assustador a respeito desse quadro: quando a depressão e a ansiedade agem em conjunto, a taxa de suicídio fica muito mais elevada do que quando a depressão age sozinha. Um estudo revelou que 92% dos pacientes deprimidos que tentam o suicídio também são atormentados pela ansiedade severa. Ou seja: assim como álcool e analgésicos, depressão e ansiedade podem ser uma combinação mortal. 
Devido à dificuldade em diagnosticar esses transtornos, é importante conversar com seu médico franca e abertamente sobre o que você está sentindo. O professor Goodstein acrescenta que também é crucial que o doutor tenha tempo para fazer perguntas suficientes que o façam realmente entender qual é a sua situação. “Muitas pessoas vão a um médico clínico geral primeiro. Eles podem sentir que a pessoa está deprimida e achar que ela precisa de um antidepressivo. Mas se esse médico estiver muito ocupado, não pode fazer tal avaliação”.
Nessas circunstâncias, um antidepressivo é o medicamento que costuma ser prescrito – ainda que possa ou não ser a escolha certa. Por isso, se você suspeita que pode ter alguma dessas doenças, ou as duas em conjunto, procure um médico de confiança e aceite a ajuda especializada que só ele poderá oferecer a você. Pode parecer um sonho impossível, mas com esforço, dedicação e vontade, o mundo vai voltar a ser um lugar colorido para você. 
FONTE: http://hypescience.com/ansiedade-depressao-diferenca/

COMPONENTE DA MACONHA REDUZ CRESCIMENTO DE TUMORES


O principal ingrediente psicoativo da maconha (Cannabis sativa) reduz o ritmo de crescimento des tumores de câncer.
Uma nova pesquisa revelou a existência de mecanismos de sinalização até agora desconhecidos, que são responsáveis pela capacidade da droga de reduzir o crescimento dos tumores.
Devido aos inúmeros preconceitos contra a planta, os pesquisadores afirmam esperar desenvolver um equivalente sintético da droga com propriedades anticancerígenas.
A equipe usou amostras de células de câncer de mama humano para induzir tumores em camundongos. Eles, então, trataram os tumores com doses do composto THC (tetrahidrocanabinol) extraído da maconha.
O THC é o mesmo componente já usado com sucesso em experimentos contra a esquizofrenia e a dor crônica.
"Nós mostramos que esses efeitos são mediados pela interação conjunta do CB2 e do GPR55, dois membros da família dos receptores canabinoides. Nossos resultados ajudam a explicar alguns dos efeitos bem conhecidos, mas ainda mal compreendidos, do THC sobre o crescimento de tumores," disse o Dr. Peter McCormick (Universidade East Anglia), que fez o estudo em conjunto com colegas da Universidade Complutense de Madrid.
"Ao identificar os receptores envolvidos, nós demos um passo importante para o futuro desenvolvimento de drogas terapêuticas que possam tirar proveito das interações que descobrimos para reduzir o crescimento de tumores," completou ele.
FONTE: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=maconha-reduz-crescimento-tumores&id=9903&nl=nlds

CERTOS CÉREBROS PODEM SER "PROPENSOS" AO VÍCIO


Um novo estudo indica que anormalidades no cérebro podem tornar algumas pessoas mais susceptíveis a se tornarem viciadas em drogas do que outras.
O estudo sugere a dependência é em parte um “distúrbio do cérebro”, uma doença mental. E, como os cientistas descobriram as mesmas diferenças nos cérebros de viciados e de seus irmãos e irmãs não viciados, isso oferece esperança de novas formas de ensinar aos viciados “autocontrole”.
Já faz um tempo que os pesquisadores sabem que o cérebro de viciados em drogas têm algumas diferenças, mas explicá-las tem sido mais difícil.
Os especialistas não tinham certeza se as drogas mudavam o cérebro dos usuários, ou se cérebros de dependentes de drogas eram diferentes, em primeiro lugar.
O novo estudo tentou responder essa questão, comparando os cérebros de 50 viciados em crack ou cocaína com o cérebro de seu irmão ou irmã, que nunca tinha usado drogas. Ambos viciados e irmãos não viciados tinham as mesmas anomalias na região do cérebro que controla o comportamento, o sistema frontoestriatal.
A sugestão é de que estes cérebros podem ser “propensos” ao vício. Mas há muito tempo se sabe que nem todo mundo que usa drogas se torna viciado. “Isso mostra que a toxicodependência não é uma escolha de estilo de vida, é um distúrbio do cérebro e precisamos reconhecer isso”, disse a pesquisadora do estudo, Karen Ersche.
No entanto, os irmãos não viciados do estudo tiveram uma vida muito diferente, apesar de compartilhar a mesma susceptibilidade. “Estes irmãos e irmãs que não têm problemas de dependência podem nos dizer como superar esses problemas, como eles conseguiram autocontrole em sua vida diária”, explicou Karen.
O psiquiatra Paul Keedwell disse que o vício, como a maioria das doenças psiquiátricas, é produto tanto da natureza quanto da criação. “Precisamos acompanhar as pessoas por mais tempo para quantificar o risco relativo de natureza versus criação”, comentou.
É possível que as semelhanças no cérebro dos irmãos não se deva à genética, mas sim ao fato de terem crescido na mesma casa. Pesquisas sobre a relação entre o vício e a estrutura do cérebro estão longe de terminar.
Se for verdade que o vício não altera o cérebro, mas sim toma conta de um cérebro propenso, isso pode abrir caminho para novas terapias e tratamentos e até mesmo prevenção de vícios.
FONTE: http://hypescience.com/certos-cerebros-podem-ser-propensos-ao-vicio/

RISCO DE CÂNCER NÃO AUMENTA COM A IDADE


Embora seja amplamente alardeado que o câncer é uma consequência inevitável do envelhecimento, o risco de desenvolver vários cânceres comuns na verdade diminui com a idade.
Pesquisadores já há muito tempo tentam desvendar essa intrigante diminuição porque ela desafia a teoria científica sobre mutações genéticas que se acumulariam com a idade, o que deveria favorecer a tão propalada associação entre câncer e idade.
Uma possível solução para este enigma foi discutida agora em um artigo publicado pelo Dr. James Brody, da Universidade da Califórnia de Irvine (EUA).
"A maioria dos cânceres tem uma idade de ocorrência característica - cânceres testiculares ocorrem principalmente dos 25 aos 40 anos, enquanto sarcomas ósseos acometem mais os adolescentes. Acima da idade característica, a incidência destes cânceres diminui. Vários cânceres comuns parecem ter uma idade característica de ocorrência maior do que o tempo de vida típico. Observações desses cânceres levaram à crença de que a incidência desses cânceres aumenta sem limite.
"No entanto, eu acredito que nós apenas não conseguimos ver a diminuição da incidência de alguns tipos comuns de câncer porque as pessoas não vivem o suficiente para isso," diz o Dr. Brody.
Segundo sua teoria, o pico da incidência de câncer está por volta dos 80 anos, uma idade que está no topo da longevidade na maioria dos países. A partir daí, a incidência da doença volta a declinar.
Origem desenvolvimental
A pesquisa atual sobre o câncer tem três pontos focais: como diagnosticar os tumores mais cedo, como tratar pacientes com câncer para prolongar e melhorar suas vidas, e como é que os tumores se originam.
Uma possível explicação para esta última questão é que muitos tipos de câncer originam-se no início da vida, possivelmente antes do nascimento - isto é conhecido como hipótese da origem desenvolvimental da doença.
Se for verdade, isso sugere que seria possível criar um teste para determinar se uma pessoa poderá desenvolver uma forma específica de câncer décadas antes que a doença surja.
Em última análise, este exame levaria a um diagnóstico precoce e à prevenção de muitas formas de câncer.
Hipóteses e teorias
Se a hipótese das mutações aleatórias que se acumulam ao longo da vida tem falhado, resta agora verificar essa hipótese da "predisposição para o câncer".
Mas, por enquanto, são só teorias - os únicos fatos são os observados efeitos entre idades características e determinados cânceres.
Se o Dr. Brody estiver correto, uma diminuição do câncer entre idosos poderá ser facilmente verificada com o aumento do número de pessoas que atingem a casa dos centenários.
FONTE: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=risco-cancer-nao-aumenta-idade&id=9904&nl=nlds

ÁLCOOL E CORAÇÃO: QUANTO MENOS, MELHOR


Ao contrário dos conselhos que muitos médicos dão aos pacientes, de que um copo ou dois de álcool por dia pode ser bom para o coração, um novo estudo vai em sentido oposto e defende que essas quantidades "passam da marca".
O trabalho resultou de uma reanálise de 50 estudos sobre hábitos de consumo de bebidas alcoólicas e sua relação com a saúde em mais de 260 mil adultos europeus.
Os especialistas deram atenção especial às pessoas que tinham uma variante de um gene chamado ADH1B e correm menos risco de alcoolismo.
Segundo o levantamento, os indivíduos com essa variante genética bebem 17% menos por semana e têm 78% menos probabilidade de beber ao longo do dia.
Eles também apresentam um risco 10% mais baixo de doença coronária, além de pressão arterial e índice de massa corporal mais baixos.
"Esses resultados sugerem que a redução do consumo de álcool, mesmo sendo o consumo diário baixo a moderado, é benéfico para a saúde cardíaca", conclui o estudo.
Controvérsia
No entanto, o assunto não é consensual, visto que outros especialistas têm alertado para o fato de que os consumidores com a variante genética podem ter outros fatores de saúde que influenciem a diminuição dos riscos causados pela bebida.
Os benefícios do vinho, por exemplo, não são replicados quando se usa suco de uva nos experimentos, o que leva os cientistas a concluírem que o álcool do vinho é importante para a ação dos compostos derivados da uva.
O estudo foi publicado no British Medical Journal.
FONTE: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=alcool-coracao-quanto-menos-melhor&id=9885&nl=nlds

quinta-feira, 17 de julho de 2014

PESQUISADORES CRIAM MATERIAL TÃO PRETO QUE SE TORNA INVISÍVEL


Imagine-se no lugar mais escuro que já esteve, no qual não consegue nem ao menos enxergar seu nariz, quanto mais qualquer coisa além dele. Todas as formas e texturas do mundo ao seu redor estão simplesmente invisíveis.
Já pensou que uma coisa poderia ser assim?
Uma equipe de pesquisadores britânicos não apenas imaginou, como criou um material recorde, que é tão preto que você mal consegue vê-lo.
A empresa britânica Surrey NanoSystems produziu o Vantablack, um material “estranho”, “alienígena”, tão negro que reflete somente 0,035% da luz visível, estabelecendo um novo recorde mundial. Observar este revestimento “superpreto”, feito de nanotubos de carbono – cerca de 10 mil vezes mais finos que um fio de cabelo humano – é uma experiência ímpar.
Ele é tão escuro que o olho humano não consegue entender o que está vendo, de maneira que relevos e contornos são perdidos, deixando apenas um aparente abismo.
Produzido em uma folha de papel alumínio, o material absorve a luz e não a deixa sair: os poucos fótons absorvidos quicam para os espaços entre os nanotubos, que estão alinhados como se fossem vários canudinhos juntos, vão saltitando dentro da estrutura e são absorvidos lentamente, sem nunca retornar ao ar.
E não é apenas o Vantablack que é preto demais para ver, como qualquer objeto que seja coberto por ele. Ben Jensen, o diretor técnico da companhia desenvolvedora, explica o que você vê quando uma camada deste material reveste algo amassado e vincado: “Você espera ver as ‘dobras’ e tal (…), [mas] é preto, como um buraco, como se não houvesse nada ali. É tão estranho”.
Mas o que fazer com algo tão escuro? Para começar, esta substância pode fazer com que câmeras astronômicas, telescópios e sistemas de digitalização de infravermelho funcionem de forma mais eficaz. Estes equipamentos, que são utilizados para registrar os objetos mais antigos do universo, precisam ser calibrados. Isso é feito ao apontá-los para algo tão preto quanto possível.
Além disso, ainda há, é claro, a possibilidade de uso militar do material, o que a Surrey NanoSystems não é autorizada a discutir. No entanto, a descoberta tem sido descrita como “muito cara” – valores que a companhia também não revela.
FONTE: http://hypescience.com/pesquisadores-criam-material-tao-preto-que-se-torna-invisivel/

DEPRESSÃO PODE SER FATOR DE RISCO PARA ALZHEIMER OU OUTROS TIPOS DE DEMÊNCIAS



Uma nova pesquisa descobriu que pessoas que tiveram depressão na meia idade têm maior risco de desenvolver demência mais tarde.
A demência de que estamos falando é a demência vascular, que se trata de uma doença causada por acidentes vasculares cerebrais (derrames). É o segundo tipo de demência mais comum, depois do Alzheimer, sendo que as duas condições têm sintomas parecidos, mas processos diferentes.
O estudo também descobriu que pessoas que têm depressão já mais tarde na vida possuem maior risco de desenvolver mal de Alzheimer.
Os pesquisadores seguiram 13.000 adultos de 30 a 40 anos até seus 80 anos. Eles descobriram que sintomas de depressão na meia idade levavam a 20% mais risco de demência vascular, e depressão na terceira idade levava a 70% mais risco de Alzheimer, sempre em comparação com pessoas que não tiveram depressão.
“Os participantes do estudo eram 3,5 vezes mais propensos a desenvolver demência vascular se tivessem sintomas de depressão tanto na meia-idade quanto mais tarde na vida, o que sugere que a depressão recorrente provoca alterações vasculares que coloca as pessoas em risco para a demência”, explicou a autora do estudo, Deborah E. Barnes, professora de psiquiatria da Universidade da Califórnia, em San Francisco, EUA.
Porém, o estudo tem falhas. Foi baseado apenas em questionários sem aprofundamento, e os cientistas não viram imagens dos cérebros dos pacientes que tiveram demência nem souberam que se eles se trataram e de que forma da depressão.
Portanto, apesar de saberem que existe uma ligação entre as duas condições, os pesquisadores não podem dizer se a depressão causa demência ou se o tratamento da primeira condição pode evitar a segunda.
Não é a primeira vez que estudos sugerem que há uma relação entre demência e depressão. Uma pesquisa que revelou que as mulheres têm mais depressão do que os homens mencionou que evidências crescentes mostram que Alzheimer e Parkinson têm seu início em distúrbios de ansiedade na meia-idade. O início dos sintomas, como ataques de pânico e dificuldade para dormir, pode indicar um possível desenvolvimento de Parkinson de 5 a 6 anos depois.
Outro estudo mostrou que a depressão aumenta o risco de derrame, que, como vimos, é a causa de demência vascular. Também, uma pesquisa descobriu que a viuvez aumenta as chances de desenvolver Alzheimer, e isso pode estar ligado à depressão que o viúvo ou viúva sofre.
A principal questão que os cientistas têm que tentar responder agora é se é possível evitar a demência curando os sintomas da depressão.

FONTE: http://hypescience.com/depressao-pode-ser-fator-de-risco-para-alzheimer-ou-outros-tipos-de-demencias/